sábado, 21 de abril de 2018

Vereadores ingressam com ação no MPF contra Marilete Vitorino



Os vereadores do PT de Tarauacá: Raquel e Principe protocolaram nesta semana no MPF,  em Cruzeiro do Sul, uma denúncia contra a prefeita Marilete Vitorino ( PSD).


A dupla petista não revelou o teor da peça protocolada na Justiça Federal, mas segundo fontes a gestora não terá vida fácil.

Por Leandro Matthaus


sexta-feira, 20 de abril de 2018

Casa Civil: governo vai editar decreto para regulamentar reforma trabalhista

O presidente Michel Temer decidiu editar decreto para regulamentar pontos da reforma trabalhista. A decisão foi tomada após o Congresso Nacional não votar a medida provisória (MP) que alterava pontos polêmicos da refor

Alckmin será investigado por improbidade administrativa

Inquérito apura acusações da Odebrecht contra ex-governador; segundo delatores, tucano recebeu 10 milhões em propina para campanhas de 2010 e 2014




O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, é apresentado pela executiva nacional do PSDB como pré-candidato do partido ao Planalto - 20/03/2018 (PSDB/Divulgação)

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) abriu um inquérito civil para investigar o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) por suspeita de improbidade administrativa. Alckmin é acusado, por três delatores da empreiteira Odebrecht, de ter recebido cerca de 10,3 milhões de reais em propina através do grupo, em troca de vantagens indevidas

De acordo os depoimentos, Alckmin recebeu os valores através de seu cunhado, Adhemar César Ribeiro, com a finalidade de custear suas últimas duas campanhas ao Governo de São Paulo, em 2010 (2 milhões) e 2014 (8,3 milhões de reais). O então coordenador financeiro da postulação, Marcos Monteiro, foi outro intermediário dos pagamentos. Os relatos foram feitos pelos ex-executivos da empresa Benedicto Júnior, Carlos Guedes e Arnaldo Cumplido.


Em um desses depoimentos, o primeiro, conhecido como BJ, afirmou que os valores da última eleição teriam sido originados de contratos da empresa com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e da parceria público-privada para a construção e gestão da Linha 6 – Laranja do Metrô.

O ex-governador Geraldo Alckmin afirmou, por meio de nota, que “vê a investigação de natureza civil com tranquilidade e está à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos” e que tem “total consciência da correção dos seus atos”.

A base de fatos para este novo inquérito é a mesma daquele que foi remetido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) para a Justiça Eleitoral em São Paulo, ficando de fora das investigações da força-tarefa da Operação Lava Jato no estado. Na portaria que determinou a abertura do inquérito os promotores Marcelo Milani, Otávio Garcia e Nelson Andrade pediram ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Carlos Eduardo Cauduro Padin, o compartilhamento dos autos do processo.

Com a movimentação do MP-SP, Alckmin fica mais pressionado pela Justiça a se defender das acusações dos delatores, que voltarão a ser apuradas para além da esfera eleitoral, onde as penas são baixas e os crimes são considerados de mais difícil punição. Respondendo por improbidade administrativa, o ex-governador fica sujeito a sanções administrativas, como a reparação dos anos ao Erário e a perda dos direitos políticos.

“O ex-governador vê a investigação de natureza civil com tranquilidade e está à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos. Não apenas por ter total consciência da correção de seus atos, como também por ter se posicionado publicamente contra o foro privilegiado. Registre-se que os fatos relatados já estão sendo tratados pela Justiça Eleitoral, conforme determinou o Superior Tribunal de Justiça.”

Nota do ex-governador Geraldo Alckmin

“O ex-governador vê a investigação de natureza civil com tranquilidade e está à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos. Não apenas por ter total consciência da correção de seus atos, como também por ter se posicionado publicamente contra o foro privilegiado. Registre-se que os fatos relatados já estão sendo tratados pela Justiça Eleitoral, conforme determinou o Superior Tribunal de Justiça.”

Imposto de Renda 2018: faltando 10 dias para fim do prazo, quase metade dos contribuintes ainda não declarou

Receita recebeu, até 17h desta sexta, 14.811.921 declarações de um total de 28,8 milhões esperadas. Prazo termina em 30 de abril.

Por G1, Brasília

A Receita Federal informou nesta sexta-feira (20) que recebeu 14.811.921 declarações do Imposto de Renda até as 17h desta sexta-feira (20). O número representa pouco mais da metade das 28,8 milhões de declarações que a Receita espera receber até o fim do prazo para entrega, no dia 30 de abril.

Para preencher a declaração, é preciso baixar o programa gerador no site da Receita Federal. Clique aqui para baixar.

Se preferir, o contribuinte pode prestar contas por meio de aplicativos em tablets e smartphones.

O contribuinte que não fizer a declaração ou entregá-la fora do prazo fica sujeito ao pagamento de multa de, no mínimo, R$ 165,74. O valor máximo correspondente a 20% do imposto devido.

Quem deve declarar?

Deve declarar o IR neste ano quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2017. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado.

Também deve declarar:


Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado;

Quem obteve, em qualquer mês de 2017, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
Quem teve, em 2017, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;

Quem tinha, até 31 de dezembro de 2017, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;

Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano passado e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2017.

Quem optar pelo declaração simplificada abre mão de todas as deduções admitidas na legislação tributária, como aquelas por gastos com edudação e saúde, mas tem direito a uma dedução de 20% do valor dos rendimentos tributáveis, limitada a R$ 16.754,34, mesmo valor do ano passado.

Joesley diz à PF que pagou 'mensalinho' de R$ 50 mil para Aécio entre 2015 e 2017; senador diz que isso 'jamais' aconteceu

Depoimento foi prestado pelo empresário nesta quinta-feira (19) em Brasília. Defesa de Aécio disse que senador 'jamais' pediu dinheiro a Joesley e que o empresário age de 'má-fé'.

Por Camila Bomfim, TV Globo, Brasília

Em depoimento à Polícia Federal nesta quinta-feira (19), em Brasília, o empresário Joesley Batista, do grupo J&F, disse que pagou um "mensalinho" de R$ 50 mil a Aécio Neves (PSDB-MG) entre julho de 2015 e junho de 2017, atendendo a um pedido do senador.


Em nota, a defesa do senador disse que Aécio jamais pediu dinheiro para Joesley. De acordo com a nota, Joesley age de "má-fé" e com "desespero" diante do risco de ter o acordo de delação premiada anulado (veja a íntegra da nota da defesa no final desta reportagem).


Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu tornar Aécio réu em um processo que investiga o senador por corrupção passiva e obstrução de Justiça. A denúncia que originou o processo tem como base as delações premiadas de executivos da J&F, entre eles, Joesley Batista.


Segundo Joesley Batista, os pagamentos mensais deveriam ser feitos à Rádio Arco-Íris Ltda., de Minas Gerais, que emitiria notas fiscais.


No depoimento à Polícia Federal, o empresário relatou que Aécio classificou o pagamento de "muito importante”. O empresário disse ainda que o dinheiro era para custear despesas do senador.


Ainda segundo o relato de Joesley Batista às autoridades, mesmo durante o período em que ocorreram os repasses, Aécio entrou em contato para cobrar. O empresário disse que o senador o procurou pedindo para que não deixasse de pagar o ano de 2016.


Joesley disse que, apesar de ter feito os pagamentos, não sabe se algum serviço foi de fato prestado pela rádio. Segundo ele, o objetivo era repassar R$ 50 mil mensais a Aécio Neves para manter o bom relacionamento com o senador - que tinha sido candidato à presidência em 2014 e poderia chegar com força política na eleição deste ano, com possibilidade de ocupar o cargo.


O superintendente geral da rádio Arco Íris, Geraldo Limírio, manifestou "surpresa" com as declarações de Joesley Batista, que, segundo afirmou, "tenta dar caráter político a uma relação estritamente comercial, comprovadamente correta, legal e legítima na prestação de serviços publicitários pela emissora a empresas do grupo J&F".



"Toda a relação comercial com o grupo J&F está documentada por trocas de e-mails com tratativas comerciais mantidas com áreas de marketing de empresas, como: Vigor , Itambé e Seara, negociações nos preços de tabela, comprovantes de veiculação de comerciais e notas fiscais, que se encontram no arquivo do departamento comercial da emissora. Toda essa documentação está à disposição das autoridades", afirmou Limírio.


O suposto pagamento de "mensalinho" foi divulgado nesta sexta-feira (21) pelo jornal "Folha de S.Paulo". Segundo o jornal, a informação consta em um anexo complementar da delação premiada que Joesley Batista entregou para a Procuradoria-Geral da República (PGR) em agosto de 2017. A TV Globo também teve acesso ao anexo.

Partidos

No mesmo depoimento, Joesley Batista relatou pagamentos que teriam sido feitos a pedido do senador para três partidos durante a campanha eleitoral de 2014. Segundo ele, esses pagamentos totalizaram R$ 110 milhões, dos quais R$ 64,3 milhoes para o PSDB; R$ 20 milhões para o PTB; e R$ 15 milhões para o Solidariedade, além de outros R$ 10,3 milhões a diversos candidatos e partidos.

Segundo o empresário, os valores pagos a PTB, Solidariedade e “candidatos diversos” tinham como objetivo específico “a compra do apoio político à campanha presidencial de Aécio Neves”.

Em nota, o advogado Alberto Toron, que defende o senador, afirmou que os recursos doados às campanhas do PSDB em 2014 somaram R$ 60 milhões e estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), abertos à consulta pública.

"Doações feitas a outros partidos não podem ser consideradas de responsabilidade do PSDB tampouco de seu então presidente. O senador, em toda sua vida pública, jamais atendeu a qualquer interesse do sr. Joesley ou de seu grupo e, portanto, não teria razões para fazê-lo no futuro", afirmou Toron.

Nota da defesa

Leia abaixo a íntegra de nota da defesa do senador Aécio Neves:



A Defesa do senador Aécio Neves considera que se trata de mais uma demonstração da má-fé e do desespero do delator Joesley Batista na tentativa de manutenção do seu extraordinário acordo de delação, atualmente sob risco de ser anulado.


O senador jamais fez qualquer pedido nesse sentido ao delator, da mesma forma que, em toda a sua vida pública não consta nenhum ato em favor do grupo empresarial.


O sr. Joesley Batista se utiliza de uma relação comercial lícita mantida entre empresas de seu grupo e um veículo de forte inserção no mercado mineiro para forjar mais uma falsa acusação.


Ao dar início à negociação de acordo de delação, delatores se comprometem a suspender qualquer prática irregular.


Prova de que o contrato com a emissora foi uma relação comercial legal e desprovida de qualquer conotação pessoal é que o contrato foi mantido normalmente, até a data do seu encerramento.


A afirmação do delator de que não sabia se os serviços teriam sido prestados, demonstra o alcance da sua má-fé, já que bastaria uma consulta ao setor de comunicação das suas empresas para constatar que os serviços foram correta e efetivamente prestados.


A falta de credibilidade e as sucessivas mentiras e omissões praticadas pelo delator levaram a PGR a pedir a rescisão dos benefícios de sua delação e contribuem para desqualificar mais uma mentira desse cidadão, réu confesso de mais de duas centenas de crimes e pelos quais o Brasil espera que ele venha a responder.


Alberto Zacharias Toron
Advogado

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Tarauacá: Na Câmara, prefeita ameaça fazer denúncia contra oposição

Na sessão de quarta-feira (18), a prefeita Marilete Vitorino apareceu no parlamento local sem combinar com à presidência da Casa, nem a convite do legislativo. Mas nem por isso ela ficou sem falar.

No seu discurso, a gestora além de dizer que as denúncias contra o seu secretário que está preso sob acusação de peculato não passa de calúnia, também ameaçou os adversários. Segundo a gestora, os delitos  da gestão anterior serão denunciados. 

A briga está apenas no primeiro round. 

Por Leandro Matthaus 

Tarauacá: Justiça estipula fiança de 47 mil reais para liberar secretário de agricultura por acusação de peculato


O secretário de Agriculta de Tarauacá, Gleicioney Fernandes, preso em flagrante sob acusação de peculato na terça-feira (17), vive uma sua situação delicadíssima. A justiça estipulou uma fiança de 47 mil reais para ele poder responder o processo em liberdade, valor que provavelmente ele não disponha.

Os procuradores da prefeitura correm contra o tempo para tentar libertar o gestor e diminuir o valor da fiança. Os procuradores aguardam o julgamento de um HC que será julgado pelo tribunal de justiça nesta quinta. 

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terça-feira, 17 de abril de 2018

Campanha de vacinação contra a gripe começa dia 18 de abril e deve imunizar quase 78 mil pessoas em Rio Branco

Saúde diz que campanha contra o influenza foi antecipada, pois o vírus já circula na região. Público-alvo inclui crianças de 6 meses a 5 anos, idosos e gestantes.

Por Iryá Rodrigues, G1 AC, Rio Branco

Campanha de vacinação contra a gripe começa na quarta-feira (18) em Rio Branco (Foto: Divulgação/Secom-AC)

A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe começa no dia 23 de abril, mas em Rio Branco, a data foi antecipada para a quarta-feira (18) e a meta é vacinar 90% do público-alvo, formado por cerca de 83 mil pessoas, o que representa quase 78 mil.

Conforme a Saúde, a data da campanha foi antecipada na capital acreana porque o vírus H1N1 já está circulando na região. A vacinação vai até o final de maio.

A diretora do Departamento de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Socorro Martins, confirmou que o vírus H1N1 está circulando em Rio Branco e fez um alerta para as pessoas que fazem parte do grupo prioritário não deixarem para se vacinar no último dia.

“Acredito que esse ano vamos atingir com mais facilidade, já que a vacina contempla o vírus que está circulando aqui. A população não pode deixar para o final da campanha. Tem que vacinar logo para evitar de pegar essa gripe muito forte que está dando muitas complicações. Então, principalmente esse grupo, tem que procurar o quanto antes a vacina nas unidades”, disse Socorro.

O grupo prioritário para ser imunizado é formado por pessoas com 60 anos ou mais, além de crianças de seis meses a menores de cinco anos e gestantes e puérperas (até 45 anos dias após o parto).

Tem ainda os trabalhadores da saúde, os professores, os povos indígenas e portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas.

Os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas também fazem parte do público-alvo e população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Mortes por SRAG

Dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) apontam que o Acre teve seis mortes provocadas por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) de 1º de janeiro a 1º de abril de 2018. De acordo com o boletim epidemiológico, o estado registra 34 ocorrências da doença este ano.

Foram coletadas 154 amostras nas quatro unidades sentinelas do estado, que são a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do 2º Distrito, Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), Hospital das Clínicas na capital e o Hospital Dr. Raimundo Chaar, em Brasiléia, no interior.

Do total de amostras, 68 foram analisadas e 50% deram positivo para a presença de vírus respiratórios circulantes. Dos casos positivos, 13 foram pelo vírus de Influenza B, nove Metapneumovírus e outros nove pelo VRS.

Comissão de Direitos Humanos do Senado visita Lula na PF para verificar condições da prisão

Senadores chegaram ao local na tarde desta terça-feira (17), após autorização da Justiça; ex-presidente está em uma sala especial de 15 metros quadrados.

Por G1 PR, Curitiba

Senadores visitam o ex-presidente Lula na Polícia Federal em Curitiba (Foto: Giuliano Gomes/PR Press)

Onze senadores da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado entraram na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, na tarde desta terça-feira (17), para verificar as condições da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O grupo chegou ao local por volta das 14h40 e saiu perto das 16h. Veja a lista dos senadores que foram à Polícia Federal:

Fátima Bezerra (PT/RN)
Regina Sousa (PT/PI)
Gleisi Hoffmann (PT/PR)
Lindbergh Farias (PT/RJ)
Humberto Costa (PT/PE)
Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM)
João Capiberibe (PSB/AP)
Paulo Paim (PT/RS)
Paulo Rocha (PT/PA)
José Pimentel (PT/CE)
Lídice da Mata (PSB/BA)

“Ninguém pode dizer que quem está na prisão tá bem, né? Ninguém está bem na prisão. Mas as condições que a gente veio verificar são razoáveis, da cela e tudo. O que é importante é que ele tá isolado, uma coisa lá no último andar, fechado, solitário”, comentou a senadora Regina Souza (PT/PI), presidente da Comissão.

O senador João Capiberibe (PSB) também afirmou que não viu nenhuma irregularidade na prisão. "A única preocupação nossa é esse isolamento. É uma grande preocupação da comissão (...). Ele precisa ter diálogo com mais pessoas", disse.

Lula está preso na sede da Polícia Federal desde o dia 7 de abril. Ele foi condenado em 1ª e em 2ª instâncias pelo caso do triplex em Guarujá (SP), na Operação Lava Jato.

Autorização

Nesta manhã, a juíza Carolina Moura Lebbos, da 12ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, autorizou a visita da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. Os senadores pediram para verificar as condições da prisão de Lula e outros detentos.

A juíza destacou que somente poderiam participar da visita membros integrantes da comissão. A lista encaminhada pelo Senado à Justiça tinha quatro nomes que não integram o grupo.


Carolina Moura Lebbos autorizou a visita mesmo sem que tenha sido comunicada a respeito de violação a direitos de pessoas custodiadas no local.

Jenilson Leite pede convocação dos aprovados no concurso da PMAC


O deputado estadual Jenilson Leite (PCdoB), presidente da Comissão de Segurança e Narcotráfico da ALEAC, usou a tribuna do parlamento nesta terça-feira (17) para pedir celeridade na convocação dos aprovados do concurso para provimentos de vagas na corporação da Polícia Militar do Acre. A primeira etapa do certamente foi realizado ainda em meados de 2017, contudo, até o momento não foi concluído as etapas para que haja a convocação.

Outra preocupação do parlamentar, é que após a homologação do certamente a validade é de seis meses. Porque, segundo Leite, muitos dos aprovados temem perder a oportunidade de ser convocados por conta da demora e também do prazo de seis meses. Jenilson além de pedir celeridade na convocação, pediu ainda que após a homologação do resultado final, o prazo de validade do concurso seja prorrogado.

“Estou à disposição para lutar junto a eles para não perderem essa oportunidade de ingressar no funcionalismo público. Considerando que estamos em ano eleitoral, é importantíssimo que o Estado convoque com urgência esses jovens, pois o nosso estado precisa muito de um maior policiamento nas ruas. Se o estado não tiver condições de fazer a convocação agora, peço que prorrogue o concurso para que eles possam ter garantida essa oportunidade de trabalho”, concluiu.

O concurso é composto de três fases: prova objetiva, prova de aptidão física e investigação social, sendo que o certamente está nesta última fase. O edital do concurso da PM foi lançado março de 2017, e disponibiliza 230 vagas para alunos-soldados.

Assessoria foto Jardy Lopes 

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Bolsonaro é denunciado no STF pelo crime de racismo

Denúncia com base em discurso de deputado de extrema direita foi feita por Raquel Dodge

Deputado Jair Bolsonaro no final de 2016. FABIO RODRIGUES POZZEBOM AGÊNCIA BRASIL

O deputado de extrema direita Jair Bolsonaro foi denunciado nesta sexta-feira junto ao Supremo Tribunal Federal sob acusação de ter cometido o crime de racismo. A apresentação da denúncia (acusação formal) foi feita pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge. O caso remete a episódio de abril do ano passado, quando, de acordo com a denúncia, o pré-candidato à presidência pelo PSL cometeu o crime de racismo contra quilombolas, indígenas, refugiados, mulheres e LGBTs durante palestra no Clube Hebraica do Rio de Janeiro. Se a acusação for aceita e Bolsonaro condenado, o ex-capitão do Exército que aparece em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto presidenciais poderá cumprir pena de reclusão de um a três anos - o crime de racismo é inafiançável. Além disso, Dodge também pede o pagamento mínimo de R$ 400 mil por danos morais coletivos.


Para Raquel Dodge, está evidenciado que Jair Bolsonaro "praticou, induziu e incitou discriminação e preconceito" contra comunidades quilombolas, inclusive comparando-os com animais e, por isso, ela o enquadra na lei do crime racial. Em outubro passado, a Justiça do Rio já havia condenado o pré-candidato a pagar 50.000 reais em multa pelo mesmo caso. Na época, a sua defesa disse que Bolsonaro havia “notoriamente" utilizado "piadas e bom humor” . "O réu não expôs simplesmente que discorda da política pública que prevê gastos com o aludido grupo, mas inegavelmente proferiu palavras ofensivas e desrespeitosas, passíveis de causar danos morais coletivos", disse a juíza Frana Elizabeth Mendes, da 26ª Vara Federal do Rio.

Na mesma nota desta sexta, a PGR anunciou a apresentação de denúncia contra o filho de Jair e igualmente deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), por haver ameaçado a jornalista Patrícia de Oliveira Souza Lélis.
Inelegível?

Não é a primeira vez que o discurso de ódio de Bolsonaro vai parar na Justiça. O deputado já é réu, desde 2016, no STF em uma ação criminal por incitação ao crime de estupro e injúria. A ação remete ao episódio no qual ele disse à deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) que só não a “estupraria” porque ela “não merecia”.

Ainda é uma discussão se as ações significam uma ameaça legal clara à candidatura do deputado de extrema direita. Primeiro, porque tudo depende da agenda discricionária do Supremo para avaliar a denúncia e fazer os julgamentos. Depois, por causa do que está prescrito na Lei da Ficha Limpa. O crime de racismo ou incitação ao estupro não estão entre os previstos pela lei. Seja como for, há quem cite o artigo 15º da Constituição como embasamento para um possível veto a seu projeto político: ter uma "condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos" cassa os direitos políticos do réu.

Por El País 

O protesto com bananeira está em ritmo acelerado na defunta Tarauacá


Nos primeiros anos do governo do petista Rodrigo Damasceno (2013/2016), a forma de protestar contra a buraqueira nas ruas de Tarauacá era o plantio de bananeira. Com a sua sucessora, Marilete Vitorino (PSD), a história  volta a se repetir. É muito bananeira plantada. Até porque não uma única rua que alguém possa dizer: esta está em boas condições de trafegabilidade. 

Por Leandro Matthaus  

Jenilson Leite vai ao Deracre cobrar melhorias para o aeroporto de Tarauacá



Foto: Jardy Lopes

O deputado estadual Jenilson Leite ( PCdoB) após tomar ciência do abandono do aeroporto de Tarauacá, através das matérias nos sites locais, foi ao Departamento de Estradas e Rodovias do Acre ( DERACRE) cobrar uma solução para o problema junto ao diretor-presidente do órgão André Mansour. A vista foi realizada na quinta-feira (12). 

Segundo denúncia da imprensa taraucaense, o aeroporto se encontra abandonado e que o espaço está sendo utilizado para o consumo de drogas e prostituição.

Diante dos fatos, o deputado que é natural de Tarauacá levou a reivindicação da população ao órgão responsável pelos aeroportos dos municípios do interior do Acre. " Estivemos nesta manhã no DERACRE em busca de uma resposta para as melhorias do aeroporto de Tarauacá, pois é inadimissível que essa situação continue", pondera o deputado.

O gestor do DERACRE, André Mansour, garantiu ao parlamentar que no dia 23 de abril vem ao município de Tarauacá ver a situação in loco e, posteriormente decidirá quais medidas serão tomadas.

Além de ir ao órgão, o deputado abordou o assunto na tribuna da ALEAC na sessão de hoje .